Anos de luta e dedicação à música. Um RAPPER, um MESTRE, ou só MAIS um RAPAZ COMUM.Talvez sua história não seja a melhor para se ouvir, pois ele canta com 3 caixões cravados no peito, mas certamente sua forma de ver o mundo revolucionará sua mente.
Depois do contundente CD "Resistência e Inteligência", onde hits como "Resistência" e "É Assim Sim" ecoaram por todos os cantos do país e do mundo, SNYPER, agora com "Y" de Yin e Yang, vem com um novo trabalho, novas metas, novos alvos, mas com a mesma resistência de sempre.
Seja muito bem vindo ao lugar onde...
"AS LÁGRIMAS FORTALECEM".
Recentemente o rapper Snyper iniciou um blog, saiu das folhas de papel e passou a escrever na internet, dê uma conferida em http://sniperri.blogspot.com/
O discurso político e crítico é constante na música do rapper Sniper. Mais do que um meio para promover entretenimento de consumo rápido, Sniper defende que o rap deve ir além e se tornar um instrumento de conscientização e formação para a revolução. Sem poupar nos argumentos, o rapper reforça seus argumentos faixa a faixa do CD. A música que abre o álbum se chama Morra como homem é uma adaptação da autobiografia do Malcom X. Na voz do Sniper, o texto do líder norte-americano vira um brado contra a opressão e o racismo. O som continua pesado e incendiário nas faixas Resistência, Navio Negreiro e Início da batalha _ sobre a escravização dos povos africanos. Inteligente e articulado Sniper usa a ironia e dados estatísticos para falar sobre as diferenças de tratamento entre ricos e pobres na faixa Advocacia. Antes do rap, na infância, o cantor se destacava cantando música gospel no coral da igreja. Essa origem também aparece no álbum na música Oh meu Senhor!. A criminalidade, por vocação ou opção, é assunto nas faixas Reflexões e Fim da Linha. (Ronaldo Silva do Hip hop Fora do Eixo - MT)
O discurso político e crítico é constante na música do rapper Sniper. Mais do que um meio para promover entretenimento de consumo rápido, Sniper defende que o rap deve ir além e se tornar um instrumento de conscientização e formação para a revolução. Sem poupar nos argumentos, o rapper reforça seus argumentos faixa a faixa do CD. A música que abre o álbum se chama Morra como homem é uma adaptação da autobiografia do Malcom X. Na voz do Sniper, o texto do líder norte-americano vira um brado contra a opressão e o racismo. O som continua pesado e incendiário nas faixas Resistência, Navio Negreiro e Início da batalha _ sobre a escravização dos povos africanos. Inteligente e articulado Sniper usa a ironia e dados estatísticos para falar sobre as diferenças de tratamento entre ricos e pobres na faixa Advocacia. Antes do rap, na infância, o cantor se destacava cantando música gospel no coral da igreja. Essa origem também aparece no álbum na música Oh meu Senhor!. A criminalidade, por vocação ou opção, é assunto nas faixas Reflexões e Fim da Linha. (Juca Guimarães)
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